Chefe tribal morre, encontra com Jesus e tribo inteira se converte

01/05/2017

Durante décadas, ninguém conseguiu chegar a uma tribo que vive em uma área remota das Ilhas Salomão por causa da hostilidade daquele povo. Tudo mudou quando Deus enviou dois missionários para pregar-lhes a Boa Nova. Entretanto, a mensagem de salvação só se espalhou por causa de um milagre.

O povo Kwaio, que vivia no interior da ilha de Malaita, tinha fama de ser violento. Durante décadas mataram todos os estrangeiros que tentavam se aproximar. Funcionários do governo, um sacerdote católico e pelo menos dois missionários evangélicos.

Parecia muito difícil que essas pessoas fossem ter acesso ao evangelho. No entanto, Deus começou a levantar vários missionários de Fiji que sentiram um chamado para aquela tribo.

Em 1990, um grupo de missionários chegou até o povo Kwaio. Eles estavam determinados a levar a mensagem. Na preparação para a tarefa, oraram e jejuaram durante sete dias.

Conseguiram contato com ex-feiticeiros, que haviam se convertido, a fim de identificar e lutar espiritualmente contra as forças demoníacas que operavam na área.

Dois desses missionários, Jack e Japta, caminharam um dia inteiro para o interior da ilha até chegarem a uma aldeia onde uma multidão estava reunida. Imediatamente, sentiram que algo estranho estava acontecendo ali.

O chefe da tribo, chamado Haribo, estava morrendo. Embora os dois cristãos tenham sido tratados com hostilidade, os anciãos da aldeia permitiram que eles vissem o moribundo quando disseram que o Único Deus verdadeiro poderia curá-lo.

Jack imediatamente compartilhou o evangelho com Haribo. “Eu esperei toda a minha vida para ouvir essa história”, comemorou o chefe. “Sempre senti que havia alguma mensagem sagrada como esta, mas ninguém veio nos trazer tais palavras. Como posso receber este Jesus em minha vida?”, pediu.

Os missionários oraram com ele. Duas horas depois, o chefe morreu.

A tribo preparou o corpo do chefe para o enterro, e Jack e Japta voltaram para a base, no litoral. No entanto, quando o sol já ia se pondo, Haribo subitamente se levantou. Foi um alvoroço na aldeia. Ele ordenou que os missionários fossem trazidos de volta e explicou o porquê.

Ele se encontrou com um homem chamado Jesus Cristo, que era o salvador e estava “vestido de roupas brancas brilhantes”. Foi levado então a um lugar bonito onde todos os que o adoravam viveriam para sempre. Não havia dor ou sofrimento entre eles, contou Haribo.

Depois, Jesus lhe mostrou um “lugar de grande tormento”, onde cairiam todos que rejeitassem a mensagem de salvação.

O chefe Haribo disse que Jesus permitiu que ele voltasse para que todos eles soubessem que a mensagem de Jack e Japta era verdadeira. “Este Jesus é a única maneira de experimentar a vida eterna”, garantiu.

Quando os dois missionários chegaram de volta à aldeia, ficaram surpresos ao saber o que tinha acontecido. Então compartilharam o evangelho com todos e praticamente todos ali receberam a Jesus como seu Senhor e Salvador.

Haribo permaneceu vivo até a manhã seguinte, quando deitou-se em sua cama e não acordou mais.

O evangelho acabou se espalhando e chegou às aldeias vizinhas, onde mais de 300 pessoas conheceram a Cristo. Hoje existem 11 aldeias cristãs naquela ilha.

Os detalhes dessa história estão no livro “Olhe o que Deus está fazendo! Histórias verdadeiras de pessoas ao redor do mundo mudadas pelo Evangelho”, escrito por Dick Eastman e reproduzido parcialmente pelo Gospel Herald.

Eastman relata que Deus continuou dando sinais entre aquelas aldeias tribais, realizando maravilhas que atraíram muitas pessoas para Jesus. Em certa ocasião, um raio atingiu e partiu ao meio uma pedra gigante, que era local de adoração dos sacerdotes tribais. Depois daquilo, abriu-se o caminho para que os sacerdotes e os moradores da aldeia recebessem a Cristo.

Cidadezinha americana é tomada por igrejas evangélicas brasileiras

17/04/2017

Danbury, uma pequena cidade de Connecticut a 1h30 de Nova York, tem 84 mil habitantes e uma das maiores comunidades brasileiras nos Estados Unidos, mais de 8 mil pessoas. A exemplo dos comércios brasileiros importados, as igrejas seguem o mesmo caminho. São ao menos 22 denominações evangélicas do Brasil que abriram templos locais.

Os dados foram constatados pelo pastor brasileiro Silvani da Silva (45), que começou o trabalho evangelístico na Assembleia de Deus Danbury há 12 anos, com 18 pessoas, que não tinham local para realizar os encontros.

Mas nem sempre foi aprovado o grande número de pontos de oração.”Já ouvi uma piada de mau gosto de uma pessoa na prefeitura dizendo que tinha que abrir bar, e não igreja”, relatou o pastor. Silva tem planos de comprar a escola de caratê que atualmente aluga por US$ 1.800 um cômodo para sua igreja.

Só a Igreja Universal possui 221 endereços nos EUA. A unidade em Danbury explora bordões em espanhol (“donde una vida mucho mejor espera por usted”), em um apelo aos hispânicos. Outra gigante, a Renascer em Cristo, tem filiais em Nova York e na Flórida.

Silva apontou à Folha ao menos “um ponto favorável para cristãos”: tudo indica que o presidente Trump será contra aborto e casamento gay, “coisas que biblicamente vemos de forma contrária”. Com apoio ideológico do presidente americano as igrejas locais tendem a crescer.

Evangélica alimenta 230 crianças por dia em favela de SP

04/04/2017

Marlene Garcia, 59 anos, todos os dias, sem ajuda do governo, alimenta 230 crianças numa favela na zona sul de São Paulo. A nome da ONG Reviver, comanda por ela há 12 anos no Morro da Macumba, tem origem numa imagem bíblica.

“Reviver é como se você estivesse num vale de ossos secos. Você faz força para levantar. Então você levanta. Revive e vai procurar emprego”, explica Marlene, que é evangélica. Ela conta que já passou fome e seu principal objetivo é não permitir que as crianças que ajuda passem por isso.

Muitos dos moradores da favela com 10 mil moradores costumavam garimpar comida no lixo. Foi isso que a motivou a começar. “Tenho muito dó de criança, não sei por que, começou do nada. Vejo uma com fome, pobrezinha, quero trazer para cá”, explica a ex-empregada doméstica.

Tudo começou no final da década de 1990, quando Marlene trabalhava em uma padaria. Certo dia, em 1995, levou alguns pães que sobraram para a favela e distribuiu. Formou-se uma grande fila e ela então percebeu o tamanho da necessidade.

Junto com a filha, Vanessa Garcia, 33, levou as crianças para a igreja evangélica que frequenta. Lá elas tinham aulas de teatro e de música. “Mas uma hora eu percebi que elas queriam mesmo era comer, porque não tinham comida em casa”, lembra.

Marlene decidiu então pedir alimentos para conhecidos, como as ex-patroas e comerciantes. Logo já tinha quase 200 crianças dependendo dela. Naquela época, o Morro da Macumba sofria com uma guerra entre traficantes. As crianças eram usadas como soldados, ou como escudos e acabavam morrendo.

“Fui falar com um chefe do tráfico e pedi para ele nunca mais usar uma criança”, lembra Vanessa. “Ele aceitou.”

Dez anos depois de começarem a distribuição, Marlene e Vanessa decidiram usar um galpão que ficava no topo da favela. Em 2005 aquele local ainda era usado como ponto de tráfico e cativeiro de sequestros. “Falamos com os traficantes, mostramos o nosso projeto”, lembram. Surpreendentemente, eles saíram e o dono do espaço o cedeu à Marlene.

Políticos não entram

O Morro da Macumba tem centenas de barracos ainda sem saneamento básico. Vanessa resume: “Nossa comunidade é abandonada politicamente. Nenhum político volta.” Desde que foi oficializada como ONG, a Reviver decidiu que não receberia um centavo de nenhum governo, pois “políticos não entram”.

O tráfico e o consumo excessivo e drogas continua sendo um grande problema na comunidade. Algumas crianças ajudadas pela ONG são filhas de presidiários ou de pessoas viciadas. Ou os dois.

“Aqui a gente recebe as crianças mais pobres. A criança não tem culpa se o pai é bandido, toda criança é boa”, explica Marlene, que visita os barracos regularmente para conhecer as necessidades de cada família.

Atualmente, Marlene fica no galpão das 8h às 22h, todos os dias. Conhece o nome (ou o apelido) de todas as 230 crianças que alimenta, as quais trata como filhos.

O projeto cresceu e recebe diferentes apoios. Alguns empresários pagam as contas, doam comida. Os amigos ajudam a limpar e a Pastoral da Criança colabora doando metade dos alimentos. Muitos voluntários que trabalham ali são crianças que passaram pelo galpão e decidiram colaborar.

As crianças que frequentam a ONG, além de receber comida passam quatro horas do dia no local, onde têm reforço em matemática e português e aulas de inglês e francês (dada por voluntários). 

Fonte: Gospel Prime

Com informações de Folha

Preto no Branco apresenta a música “Fé na Vida”

24/03/2017

Canção recebeu videoclipe em formato animação e estreia nova formação

A banda mineira Preto no Branco liberou, nesta sexta-feira (17/3), o single “Fé na Vida”, disponível nas plataformas digitais de música. A faixa, que também recebeu versão em videoclipe dirigido por Alex Passos, conta com uma animação que apresenta a nova formação do grupo.

“Fé na Vida” foi escrita por Weslei Santos, tecladista e membro original do Preto no Branco. As interpretações são predominantes do cantor e compositor Clovis Pinho, também remanescente da primeira formação que lançou, em 2015, o disco homônimo. Além deles, estreiam Jean Michel e Luan Murilo, anunciados em outubro do ano passado em nota, após a saída de Juninho Black.

O projeto gráfico do single faz referência ao álbum Abbey Road, um dos maiores sucessos dos Beatles, lançado em 1969. A icônica capa foi referenciada por vários artistas ao longo da história da música, e o Preto no Branco, como quarteto, também prestou seu tributo. A letra de “Fé na Vida”, inclusive, cita o sucesso “Do Leme ao Pontal”, de Tim Maia.

O diretor Alex Passos falou acerca da composição e da ideia por trás do videoclipe. “Com o Brasil vivendo essa crise terrível, a gente quis trazer uma mensagem de otimismo às pessoas. O clipe vem trazendo a mensagem bíblica de bom ânimo”, afirmou.

“O nome da música é ‘Fé na Vida’, mas, neste caso, é mais do que a vida em si que a gente vive. Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Então, é fé no Senhor, fé que a vida pode melhorar, que a gente pode trabalhar, sempre acreditando que dias melhores poderão vir”, completou o diretor.

Outro destaque acerca de “Fé na Vida” foi a pré-divulgação do videoclipe. Artistas como Leonardo Gonçalves, Luiz Arcanjo, Fernanda Brum, Kleber Lucas, Priscilla Alcantara e André Valadão anunciaram, em vídeos, suas impressões acerca do novo vídeo da banda Preto no Branco.

“Fé na Vida” tem a missão de dar continuidade ao sucesso da banda que, em 2016, foi destaque com a música “Ninguém Explica Deus”. A música foi uma das mais assistidas na VEVO e, consequentemente, no YouTube brasileiro, além de ser a mais ouvida nas rádios evangélicas durante o ano.

Assista o videoclipe de Preto no Branco, “Fé na Vida”:

Fome se alastra na África e atinge milhões de pessoas

24/03/2017

ONU admite: “Nunca antes havíamos enfrentado tantas ameaças de fome em vários países simultaneamente”

Dezenas de milhões de pessoas enfrentam uma grande fome que atinge a bacia do Lago Chade, incluindo Sudão do Sul, Nigéria, Somália e porções de Camarões e Chade. A situação foi classificada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a “pior crise humana desde 1945”.

O Iêmen, país mais pobre do Oriente Médio, também é atingido e ali a situação se agrava com a guerra civil que começou na Primavera Árabe em 2011. Calcula-se que 17 milhões de pessoas – dois terços da população – padece com insegurança alimentar, e quase metade delas necessitam ajuda de emergência.

Segundo a delegação do Conselho de Segurança das Nações Unidas que esteve na região, o investimento necessário é de US$ 4,4 bilhões (R$ 13,9 bilhões) para que se evite um desastre. Mas o dinheiro precisa ser investido até julho, pois a situação é gravíssima.

O coordenador da ajuda humanitária das Nações Unidas, Stephen O’Brien, diz não saber se eles conseguirão evitar a maior catástrofe dos 70 anos de história das Nações Unidas.

A maioria das vítimas dessa tragédia são crianças. Mais de 1,4 milhão correm o risco de morrer nos próximos meses.

Um dos motivos para isso são os ataques do grupo terrorista islâmico Boko Haram. Os jihadistas têm impedido a plantação no entorno do lago Chade e o acesso dos agricultores para fornecer água para seus animais. Pescadores também foram impedidos de acessar o lago, que é compartilhado entre Camarões, Níger, Nigéria e Chade.

A seca na Somália faz com que 6,2 milhões de pessoas, a metade da população do país, atravesse uma “aguda insegurança alimentar”.

Mais de 5 milhões de pessoas não terão acesso à água potável na Etiópia, no Quênia e na Somália, este ano. Somente no Quênia, mais de 2,7 milhões de pessoas precisam de ajuda humanitária. Já na Etiópia, 3 milhões de mulheres e crianças estão com desnutrição aguda.

No Sudão do Sul, os conflitos armados e a pobreza do país fizeram com que, atualmente 4,9 milhões de pessoas são classificadas como em situação de crise, emergência ou fome. A previsão é que esse número aumente para 5,5 milhões – quase metade da população do país -, na temporada de escassez de julho.

Sem precedentes

O relatório da FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, aponta que 37 países, 28 deles na África, precisem de ajuda alimentar externa. Os combates e distúrbios civis no Afeganistão, Burundi, República Centro-africana, República Democrática do Congo, Iraque, Myanmar e Síria também estão agravando a insegurança alimentar de milhões de pessoas, e afetando os países vizinhos que abrigam os refugiados.

“Esta é uma situação sem precedentes. Nunca antes havíamos enfrentado tantas ameaças de fome em vários países simultaneamente”, afirmou, Kostas Stamoulis, diretor-geral adjunto da FAO. Com informações das agências

Cid Moreira vira youtuber e lança “Canal da Bíblia”

23/03/2017

Famoso como apresentador de TV, Cid Moreira além de jornalista e locutor, agora inicia um novo desafio profissional e lança, aos 89 anos seu canal no Youtube.

Com o nome de “Canal da Bíblia”, o material explora sua especialidade nos últimos anos: a leitura de passagens sagradas. Âncora do “Jornal Nacional”, entre 1969 e 1996, Cid não pensa em parar de trabalhar.

“Não concebo a vida sem trabalho. Quando eu era garoto chegava até a juntar esterco para vender e não parei mais. Essa palavra aposentadoria até me irrita. Me recuso. Só Deus vai me aposentar”, afirmou ele ao UOL.

Ele diz que seu canal no YouTube será dedicado à leitura da Bíblia “numa linguagem simples e atual”. A proposta é apresentar ao público um livro por semana, junto com uma série de perguntas, a começar pelo Gênesis.

As gravações são feitas no estúdio de sua casa em Petrópolis, região serrana do Rio. O primeiro episódio foi ao ar no último dia 12 e a promessa é que ele irá publicar um vídeo novo por semana. Embora não seja usuário das redes sociais, ele reconhece que a internet mudou a maneira das pessoas obterem informações.

Evangélico, ele disse que pretende gastar seus últimos anos de vida divulgando a Palavra de Deus. A narração que fez de toda a Bíblia em CDs, em 2001, fez muito sucesso no país, agora ele leva a mesma ideia para a internet. “Tive a fase do rádio, do cinema e do teatro. Durante muito tempo eu só gravava comerciais. São fases. Todas elas eu achei brilhantes. Agora estou numa fase que não troco por nenhuma delas.”, encerra

A ideia de revitalizar o canal – que já existia – foi do grupo editorial Gol, com apoio da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Atualizado, ele manterá os vídeos da versão antiga, com narração dos Salmos. Quando o usuário acabar a audição de cada um dos livros, será direcionado a uma página com testes preparados por teólogos e conhecedores da Bíblia.

Quem responder às questões corretamente até o final receberá um certificado oficial da SBB atestando que o texto foi lido, escutado, assistido e compreendido em sua totalidade.

Assista a apresentação do Canal da Bíblia:

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